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OBS: CIENCIA POSSIVEL
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0 comentáriosPostado por Marcos vinicius às 14:44
O AQUECIMENTO GLOBAL
0 comentáriosO aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
Postado por Marcos vinicius às 14:17
Artigo da ‘Unesp Ciência’ aponta falhas do projeto de Código Florestal
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No mês que vem, quando o governo federal anunciar de quanto foi o desmatamento da Amazônia neste ano, é muito provável que ele mostre a menor taxa desde 1988, quando o dado começou a ser medido anualmente pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Uma vitória no caminho do compromisso assumido internacionalmente de reduzir o desmatamento para diminuir as emissões de gases de efeito estufa do país. Paralelamente, porém, é provável que o Congresso esteja votando um projeto de lei que substitui o atual Código Florestal – e que muitos pesquisadores e ambientalistas entendem ir na contramão desse compromisso, ao diminuir a proteção às florestas e permitir novos desmatamentos.
O Código Florestal vem sendo negligenciado pelos agricultores, por quem fiscaliza e também na pesquisa, praticamente desde que foi criado. Estamos correndo atrás do prejuízo, com pressa e sem o cuidado e rigor necessários ao processo de produção científica"
Gerd Sparovek, da Esalq/USP
Postado por Marcos vinicius às 14:46
Reunião na China tenta salvar conferência da ONU sobre o clima
0 comentáriosA última rodada de negociações preparatórias para a conferência das Nações Unidas sobre o clima em Cancún (COP 16), prevista para começar no final de novembro, foi iniciada nesta segunda-feira (4) na cidade de Tianjin, no leste da China.
Muitos veem na reunião de seis dias como a última chance de se encontrar denominadores comuns e salvar os esforços internacionais por um acordo sobre o clima, fortemente abalados desde a COP 15, a reunião de 2009 em Copenhague.
A própria secretária-executiva da convenção da ONU sobre o clima, a costa-riquenha Christiana Figueres, alertou para a urgência dessa necessidade.
"Um avanço concreto em Cancún é uma necessidade crucial para restaurar a fé e a capacidade dos envolvidos de levarem o processo adiante, evitando que o multilateralismo seja visto como uma estrada sem fim", disse Figueres em seu discurso de abertura em Tianjin.
convenção da ONU sobre o clima, discursa na
abertura da conferência de Tianjin
(Foto: Peter Parks / AFP)
Apenas as maiores economias, entre elas, Brasil, China, Índia, Europa e Estados Unidos, assinaram uma carta de intenções, que estipula um teto de aquecimento global e prevê um fundo de emergência para países atingidos pelas mudanças climáticas.
Obstáculos
Ao longo do ano, o processo sofreu outro revés importante com a não aprovação da legislação climática americana pelo Senado.
Os Estados Unidos, por serem historicamente o maiores poluidores - embora, em números absolutos anuais, tenham sido superados pela China - estão no centro dos principais impasses nas negociações.
O país, a única grande economia que não ratificou o Protocolo de Kyoto, defende a criação de um novo tratado internacional, em vez de uma continuação de Kyoto.
Paralelamente, o grupo de países em desenvolvimento apelidado de Basic - Brasil, África do Sul, Índia e China - tomou forma e realizou encontros ao longo do ano, tentando afinar uma posição conjunta.
Risco
Para alguns, o encontro em Cancún pode, em vez de restabelecer a confiança no processo internacional, acabar como a pá de cal dele.
As reuniões anuais das Nações Unidas levam milhares de representantes de mais de 190 países, além de cientistas, ativistas a locais tão díspares como Bali, Nairóbi, Copenhague e Cancún.
Sem avanços, as críticas sobre a quantidade de emissões e dinheiro empenhado no processo ganham força.
Nos Estados Unidos, há cada vez mais gente defendendo acordos paralelos e legislações nacionais, em vez de um acordo internacional abrangente nos moldes de Kyoto.
Em Tianjin, negociadores tentarão reduzir o texto negociado, que atualmente tem mais de 70 páginas.
Problemas
Entre os principais pontos de discórdia estão metas pós-2012 de emissões de gases que produzem o efeito estufa e como administrar as verbas de US$ 100 bilhões por ano do fundo de emergência já proposto pelos países ricos.
No entanto, tampouco está claro de onde virão bilhões deste fundo.
O chamado Acordo de Copenhague, adotado por alguns países em 2009, também estipula como teto para o aquecimento global 2ºC acima da temperatura pré-industrial.
Este número também precisa ser aceito por outros países para que se possa começar a pensar em medidas que levem a manutenção deste limite.
Cientistas afirmam que as atuais promessas de cortes de emissões apresentadas pelos integrantes da convenção do clima não evitariam um aquecimento mais catastrófico.
Editado: Ciencia Possivel
Postado por Marcos vinicius às 14:44
Chega ao Brasil supercomputador para melhorar previsão do tempo
0 comentáriosEquipamento de 40 toneladas custou US$ 23 milhões.
Instalações do Inpe em Cachoeira Paulista vão abrigar aquisição.
Chegou nesta segunda-feira (4) a São José dos Campos o supercomputador Cray, adquirido nos Estados Unidos ao custo de US$ 23 milhões (R$ 39 milhões, ao câmbio atual) para refinar a capacidade do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) realizar a previsão do tempo. O equipamento, de 40 toneladas, vai ser usado na unidade do Inpe em Cachoeira Paulista.
Postado por Marcos vinicius às 14:41
Vai votar? Conheça a tecnologia da urna eletrônica
0 comentáriosO sistema eletrônico de votação foi totalmente desenvolvido no País. Hardware e software utilizados no dia da eleição foram projetados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e por uma equipe formada pela Justiça Eleitoral, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Ministério da Ciência e Tecnologia. Uma tecnologia que o Brasil exporta. Alguns países da América Latina já utilizaram nossas urnas nos seus processos eleitorais, como Argentina, Equador, México e Paraguai.
Mas o que acontece com o seu voto depois que você o digita na urna? Entre as discussões sobre a segurança do processo e da evolução da tecnologia nas eleições brasileiras, explicamos como sua escolha sai da urna e chega aos computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O caminho do seu voto
Postado por Marcos vinicius às 13:06
